Você sabe o que são Práticas Integrativas e Complementares?

Texto: Ewerton da Silva Medeiros

Fonte: INCA e Oncoguia


Também chamadas Terapias Integrativas ou Práticas Alternativas, as Práticas Integrativas usadas no tratamento do câncer crescem a cada ano e, assim, crescem também os estudos acerca dos benefícios encontrados em cada uma delas.


As PICs (Práticas Integrativas e Complementares) integram a medicina convencional às práticas complementares, visando um maior alívio de dores e outras evidências positivas. Hoje existem inúmeros tratamentos complementares voltados a saúde mental e física, abordando uma diversidade de técnicas e métodos, onde o paciente tem a opção de escolher qual delas mais se encaixa em seu perfil.


Uma das práticas integrativas mais conhecidas é a musicoterapia, prática conduzida em grupo ou de forma individualizada, que utiliza a música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia). O objetivo é facilitar e promover a comunicação, a aprendizagem e a expressão para atender necessidades físicas, emocionais, mentais, espirituais, sociais e cognitivas.


A acupuntura também está entre as práticas mais procuradas por pacientes com câncer. Essa terapia estimula pontos espalhados por todo o corpo, ao longo dos meridianos, por meio da inserção de finas agulhas filiformes metálicas, a acupuntura tem por objetivo a promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como a prevenção de agravos e doenças. É um dos tratamentos mais antigos do mundo e pode ser de uso isolado ou integrado com outros recursos terapêuticos da MTC (Medicina Tradicional Chinesa) ou com outras formas de cuidado.


Outra prática que abarca inúmeros adeptos e cresce mais a cada ano é a quiropraxia: tratamento que atua no diagnóstico e prevenção das disfunções mecânicas do sistema muscular e seus efeitos na saúde geral. A quiropraxia conduz ajustes na coluna vertebral e outras partes do corpo, visando a correção de problemas posturais, o alívio da dor e favorecendo a capacidade natural do organismo de auto cura.


É evidente os benefícios de se aliar a medicina convencional às práticas integrativas, principalmente devido ao crescente número de profissionais capacitados e habilitados, e a maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde originam-se grande parte dessas práticas.


Ainda assim, é importante dizer que as práticas integrativas não substituem as recomendações médicas tradicionais. Elas são um adicional, um complemento no tratamento, e indicadas por profissionais específicos conforme as necessidades de cada caso e cada paciente.


Saiba mais sobre as PICs

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