Câncer de ovário e menopausa induzida

Texto: Ewerton da Silva Medeiros

Fontes: Dr. Rodrigo da Silva Macedo

Instituto Oncoguia


Sendo considerado um dos cânceres ginecológicos mais difícil de ser diagnosticado, uma vez que só se manifesta com sinais e sintomas em estágio avançado e não apresentar rastreio clinico eficaz, o câncer de ovário se inicia a partir de alterações nas células ovarianas causadas por mutações, ocasionando um crescimento celular desordenado com capacidade de invadir tecidos e enviar células malignas a distância (metástase).


Ainda que o tratamento contra o câncer tenha por finalidade a cura ou o alivio de sintomas, ele pode levar a efeitos colaterais como a menopausa precoce induzida.


Tratamentos como cirurgia (nos ovários) e quimioterapia podem fazer com que os ovários entrem em falência e deixem de produzirem seus hormônios caracterizando a menopausa induzida. Essa falência ovariana pode ser observada com a irregularidade ou parada da menstruação e através de alguns sintomas que servem de alerta como:

  • Ondas de calor

  • Sudorese noturna

  • Secura vaginal

  • Relações sexuais dolorosas

  • Dificuldade com o controle da bexiga

  • Depressão

  • Insônia

A menopausa natural acontece entre 45 e 55 anos de idade, mas em consequência da doença e do tratamento do câncer de ovário, essa faixa etária pode cair em até 10 anos, fazendo com que mulheres entrem na menopausa precoce (antes dos 40 anos de idade).


A mulher que estiver tratando o câncer de ovário e apresente algum tipo de efeito colateral decorrente de seu tratamento, deve procurar o seu médico para orientações.



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